
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
O último caso de infecção pelo poliovírus selvagem no Brasil foi em 1989. Esse vírus é o causador da Poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, uma doença contagiosa aguda que pode infectar crianças e adultos e deixar importantes sequelas.
A doença pode causar desde sintomas leves, como um resfriado comum a problemas graves no sistema nervoso, como paralisia irreversível, principalmente em crianças com menos de cinco anos de idade e, em casos mais graves, pode levar a óbito. A infectologista Joana D’arc alerta:
“A poliomielite é uma doença que era considerada grave porque algumas pessoas que se infectavam desenvolviam uma forma súbita de paralisia dos membros inferiores. Por meio da vacina, a gente acabou erradicando essa doença, o que é um ganho enorme para nossa sociedade, mas o vírus ainda circula em alguns países e pode ser reintroduzido se a gente não vacinar os nossos filhos. ”
O país recebeu o certificado de eliminação de pólio em 1994, mas a baixa cobertura vacinal nos últimos anos preocupa especialistas da saúde. Em 2021, o percentual ficou abaixo de 70%, sendo que o ideal é que 95% das crianças menores de cinco anos estejam vacinadas.
Sabendo dos riscos da poliomielite, a médica Fabia logo providenciou a vacina para seu filho de 2 anos. Ela faz um apelo aos pais e responsáveis que façam o mesmo:
“Aos pais que têm receio, que têm medo de expor o filho a uma vacina, indico que leiam, que busquem informações em lugares de confiança. Não tem por que ter medo, ter receio de vacinar, sendo que a vacinação é uma proteção. A vacinação vai propiciar a essa criança um desenvolvimento saudável.”
O SUS oferece duas vacinas para a imunização contra a Poliomielite: a inativada, que deve ser aplicada nos bebês aos 2, 4 e 6 meses de idade; e a atenuada, aquela da gotinha que deve ser aplicada aos 15 meses (primeiro reforço) e 4 anos de idade (segundo reforço).
Para alcançar a cobertura vacinal de 95% das crianças vacinadas em 2022, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação mobiliza toda a sociedade para levar os pequenos aos postos de vacinação até 30 de setembro. Também é a oportunidade para atualizar a caderneta de vacinação do adolescente menor de 15 anos de idade.
Cerca de 40 mil salas de vacinação em todo país disponibilizam as vacinas contra a Poliomielite. Essa é uma oportunidade para atualizar as cadernetas de vacinação, proteger as crianças e os adolescentes e controlar doenças imunopreveníveis.
Fonte: Brasil 61
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Se você deseja acompanhar todos os nossos conteúdos com exclusividade a Link News está presente em outros canais: Instagram, Youtube, Podcast e Facebook.
Oferecimento: Clinica Uro @clinicauro
Agência: Rossane Comunicação @rossane.comunicacao
#linknews #plataformalinknews #canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública