O Instituto Água e Terra (IAT) reforçou a sinalização em uma entrada irregular do Parque Estadual Pico Paraná, utilizada pelo jovem de 19 anos que ficou cinco dias desaparecido na mata. O local teve a cerca de restrição reforçada e recebeu uma nova placa informando que o acesso é proibido, além de orientar os visitantes a procurar a base do órgão para o cadastro obrigatório.
Segundo o IAT, a ação integra investimentos em infraestrutura e sinalização nas Unidades de Conservação do Paraná. De acordo com o instituto, cerca de R$ 50 milhões estão sendo destinados a melhorias em parques estaduais, apesar de desafios como a grande extensão das áreas e o vandalismo.
O caso reacendeu o debate sobre segurança nos parques. Roberto Farias Tomaz foi encontrado com vida após caminhar cerca de 20 quilômetros até uma fazenda em Antonina. Ele relatou ter se perdido após confusão em uma bifurcação da trilha. O IAT informou que o acesso ocorreu por uma entrada secundária, sem cadastro, o que pode dificultar resgates e gerar multas de R$ 500 a R$ 10 mil.
Para trilhas de alta dificuldade, o instituto recomenda não entrar sozinho, formar grupos e, para iniciantes, contratar guias especializados.
Fonte: A Tarde






