Em meio à escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia, a Finlândia intensificou seu preparo militar e civil para possíveis conflitos. O país, que integra a OTAN desde 2023, mantém cerca de 900 mil reservistas em uma população de 5,5 milhões de habitantes e reforça treinamentos em regiões do Círculo Polar Ártico.
Os exercícios militares ocorrem regularmente em parceria com países como Suécia e Reino Unido, com tropas submetidas a temperaturas extremas e condições severas de sobrevivência. O serviço militar é obrigatório para homens, mas o número de voluntários tem aumentado.
Além da preparação das Forças Armadas, o governo investe em infraestrutura de defesa civil. A Finlândia conta com mais de 50 mil abrigos antiaéreos, muitos deles localizados no subsolo de prédios e adaptáveis para resistir até a ataques nucleares. Em tempos de paz, esses espaços funcionam como estacionamentos, ginásios e até parques temáticos.
Segundo autoridades, a estratégia busca garantir prontidão sem gerar pânico, reforçando a cultura de preparação da população diante de possíveis ameaças à segurança nacional.
Fonte: G1






