Em períodos de calor intenso, a desidratação se torna uma preocupação, especialmente entre crianças e idosos. Segundo especialistas, a principal forma de identificar a falta de líquidos no organismo é observar a urina, que deve estar clara. Intervalos longos sem urinar também indicam necessidade de maior ingestão de água.
De acordo com médicos, em adultos saudáveis e conscientes, a desidratação costuma ser clinicamente pouco relevante, já que a sede funciona como mecanismo natural de alerta. O risco aumenta em situações específicas, como uso de certos medicamentos ou presença de doenças cardíacas, renais ou pulmonares.
A atenção deve ser redobrada com crianças, que muitas vezes não manifestam sede, e com idosos, que apresentam redução da percepção de necessidade de ingestão de líquidos. Nesses grupos, a desidratação pode evoluir para quadros mais graves.
Especialistas recomendam a oferta frequente de água, monitoramento da cor e da frequência da urina e atenção a sintomas como sonolência, confusão mental, diarreia e vômitos. Em casos mais severos, é indicada a busca por atendimento médico.
Fonte: G1






