
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
Alunas do curso técnico em Análises Clínicas do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) Araci, no interior da Bahia, desenvolveram luvas biodegradáveis a partir de fibras de sisal, uma inovação que une sustentabilidade, impacto social e valorização dos recursos locais. O projeto, que ganhou projeção nacional, venceu prêmios em feiras científicas como a Febrace e o Solve for Tomorrow, da Samsung.
De acordo com matéria do G1 Bahia, as luvas, ainda em fase de desenvolvimento, apresentam propriedades antialérgicas e antimicrobianas, resistem a temperaturas de até 160 °C e se decompõem em apenas três semanas, enquanto as tradicionais de látex podem levar até 400 anos para se degradar. A ideia surgiu em 2022, durante o curso técnico, diante do alto volume de resíduos plásticos descartáveis gerados durante a pandemia, especialmente, de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
A partir da orientação da professora Pachiele Cabral, as alunas Sarah Moura Cruz, de 18 anos, e Isabel Silva Oliveira, 19, enxergaram no sisal, planta símbolo do semiárido e abundante na região, uma alternativa ecológica e acessível. Segundo a matéria, o projeto também pretende contribuir com a saúde dos profissionais, já que cerca de 60% deles têm propensão a desenvolver alergia ao látex.
Além dos benefícios ambientais e sanitários, o trabalho das estudantes também carrega um forte componente social. “Nosso projeto visa dar visibilidade ao trabalhador do sisal, que muitas vezes enfrenta condições análogas à escravidão. Poder ressignificar a história do sisal na minha família, já que minha mãe trabalhou no motor de sisal ainda criança, é um privilégio gigantesco”, afirma Sarah em entrevista ao portal.
O modelo de luvas se mostra promissor para laboratórios escolares, clínicas e hospitais, especialmente, em áreas onde o descarte correto de resíduos é limitado. A iniciativa conta com apoio técnico da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), polo de Feira de Santana, que colabora nos testes e validações científicas. Ainda segundo o G1, o pedido de patente do projeto já foi protocolado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Fonte: G1 Bahia
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública