
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta segunda-feira (24) uma viagem ao Japão e ao Vietnã, com o objetivo de fortalecer as relações do Brasil com a Ásia em um contexto geopolítico desafiador e com restrições comerciais, especialmente por parte dos Estados Unidos.
Além de buscar abrir mercados específicos nos dois países, como o de carnes, a viagem também inclui a discussão sobre avanços em acordos comerciais com o Mercosul, visando diversificar os mercados.
“Já houve reuniões entre Mercosul e Japão. Agora precisamos definir qual será o próximo passo, que é ter uma negociação concreta. Queremos saber se vamos continuar apenas nas conversas ou se teremos uma negociação efetiva”, comentou o embaixador Eduardo Sabóia, secretário de Ásia e Pacífico do Itamaraty.
As negociações com o Vietnã já estão em andamento, mas ainda não há um cronograma estabelecido para um acordo.
Conforme uma fonte consultada pela Reuters, Lula deverá voltar sua atenção para a Ásia novamente este ano. No segundo semestre, há a possibilidade de incluir na agenda de viagens a Malásia e a Indochina, além da participação – se o convite for confirmado – na Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
“Em um mundo que caminha para guerras comerciais, buscar parceiros alternativos aos nossos mercados tradicionais é essencial. Portanto, existe uma estratégia nessa agenda para 2025”, explicou a fonte.
“Outro ponto importante é que os atores internacionais precisam perceber que o Brasil sempre buscará ter opções em suas relações. Na Ásia, não temos apenas a China; temos outros grandes parceiros”, acrescentou.
A relação do Brasil com a China, seu maior parceiro comercial, não é “cristalizada”. Apesar da proximidade entre Lula e o presidente chinês Xi Jinping, o Brasil continuará buscando mais alternativas, conforme analisou.
Em meio ao aumento das ameaças de tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, a busca por novos mercados se torna ainda mais relevante, assim como a promoção do comércio multilateral, que deve ser um foco nesta viagem ao Japão.
“Tanto Japão quanto Vietnã e Brasil se beneficiam de um comércio regulado por normas e regras. No caso do Japão, a importância que eles atribuem à Organização Mundial do Comércio (OMC) nos aproxima bastante. Provavelmente haverá uma manifestação de apoio à ideia de um comércio regido por regras multilaterais”, afirmou Sabóia.
“Quando países importantes se reúnem e apoiam essa ideia, isso ajuda. É um movimento que contrapõe tendências de desagregação”, completou o embaixador, sem mencionar diretamente os Estados Unidos.
Após a viagem de Lula, o governo dos Estados Unidos deve anunciar mais uma rodada de tarifas que afetarão diretamente o Brasil e podem incluir também o Japão, pois o presidente norte-americano Donald Trump já ameaçou colocar o país em uma lista de alvos tarifários no setor automobilístico.
A visita à Ásia será realizada em três dias no Japão e dois dias no Vietnã. A comitiva é composta por 11 ministros, vários deputados e senadores, incluindo os atuais presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), além dos ex-presidentes Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Fonte: InfoMoney
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública