
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse nesta terça-feira (17) que o Brasil conta com quase 5 milhões de quilômetros quadrados em condições de risco para incêndios. A área corresponde a cerca de 60% do território nacional.
“Num contexto como esse, se as pessoas não pararem de atear fogo, nós estamos diante de uma situação de uma área de quase 5 milhões de quilômetros quadrados com matéria orgânica muito seca e em processo de combustão muito fácil, em função da baixa umidade, da alta temperatura e da velocidade dos ventos”, disse em entrevista ao programa Bom Dia, Ministra, da EBC.
“É como se tivéssemos uma situação de risco em todo território nacional”, completou a ministra.
De acordo com Marina, todos os estados brasileiros já decretaram a proibição do uso do fogo, portanto, qualquer incêndio se caracteriza como um incêndio criminoso.
A ministra disse ainda que o Brasil vive um “terrorismo climático” e que considera a pena para crimes ambientais inadequada.
“Essa seca está acontecendo em vários lugares do mundo, na Bolívia, no Peru, no Paraguai e em outras partes do mundo. A diferença é que, aqui no Brasil, tem essa aliança criminosa de uma espécie de terrorismo climático, em que as pessoas estão usando a mudança do clima para agravar ainda mais o problema”, disse.
Segundo a ministra, quem provoca incêndios está cometendo um crime contra o meio ambiente, a saúde pública e a economia. E deve ter uma pena agravada.
“As penas hoje são, eu diria, inadequadas para combater aqueles que desrespeitam a lei e usam o fogo, criando essa situação dramática no nosso país. Há pena de 2 a 4 anos de prisão. Quando a pena é leve, ela é transformada em algum tipo de pena alternativa e ainda tem-se uma atitude, como de alguns juízes, que relaxam completamente a pena”, argumentou a ministra.
Ela afirmou que o Ministério do Meio Ambiente conta com uma sala de situação que trabalha em propostas para aumentar as punições para crimes ambientais, e citou que há projetos nesse sentido no Congresso Nacional, como o do senador Fabiano Contarato (PT-ES), que classifica o manejo ilegal do fogo como crime hediondo.
Marina Silva disse ainda que há um esforço no governo para avançar nas investigações dos incêndios que atingem o Brasil. Hoje, a Polícia Federal conta com mais de 50 inquéritos abertos.
Segundo Marina, o governo articula com o Supremo Tribunal Federal em busca de garantir suporte legal para que essas investigações possam acontecer com maior rapidez.
“Uma coisa importante é o trabalho de inteligência. Com ele, podemos pegar inclusive quem são os articuladores e mandantes”, afirmou.
Nesta terça-feira, a ministra se reúne com os representantes dos Três Poderes: o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e o presidente do STF, Luiz Roberto Barroso.
O objetivo é articular maior rapidez a adoção de medidas contra queimadas. “A situação exige ação articulada dos Três Poderes. […] O tom da reunião com certeza vai ser de diálogo e de colaboração”, disse.
Fonte: CNN
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública