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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira, após passar por dois procedimentos médicos no Hospital Sírio-Libanês, na cidade de São Paulo.
De acordo com o cardiologista Roberto Kalil Filho, responsável pelo acompanhamento do presidente, as intervenções foram de baixa complexidade. Lula esteve acompanhado da primeira-dama, Janja, durante o período no hospital e apresentou bom estado geral.
Segundo o médico, um dos procedimentos consistiu na retirada de uma lesão de pele localizada no couro cabeludo. O outro foi uma infiltração em um dos dedos da mão, realizada para tratar um quadro de tendinite.
Kalil destacou que o procedimento dermatológico já estava previsto. “O procedimento já estava pré-programado para agora, há um ou dois meses”, afirmou.
Ele também relembrou que o presidente já havia retirado anteriormente uma lesão de pele na região do peito, durante o período da pandemia, e ressaltou que o caso atual não apresenta relação com episódios anteriores de queda.
De acordo com o médico, o procedimento teve duração aproximada de uma hora e não apresentou complicações. Em relação à infiltração na mão, Lula não necessita de curativos.
Sobre a recuperação, Kalil indicou que o presidente pode manter repouso por precaução, sem impacto relevante na agenda oficial. “Por coerência, ele pode ficar em repouso, mas nada que prejudique a agenda dele na outra semana”, disse.
O acompanhamento médico continuará nos próximos dias, com atenção ao processo de cicatrização da lesão. Entre as recomendações estão o uso de proteção, como chapéu e curativo, durante o período de recuperação.
O cardiologista também ressaltou a importância de cuidados preventivos em relação a lesões de pele. “É sempre (necessário) chamar a atenção que é preciso usar filtro solar. Essas lesões de pele são muito comuns”, afirmou.
Ao final, o médico indicou que a rotina do presidente não deve sofrer alterações significativas. “Volta à atividade normal, não vai atrapalhar o dia a dia da campanha. O máximo é ele aparecer de chapéu, como já acontece, e acabou. Vida normal”, concluiu.
Fonte: Correio Braziliense
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