
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Butantan identificou substâncias presentes no veneno do sapo-cururu amazônico (Rhaebo guttatus) que podem auxiliar no combate a bactérias. O estudo analisou proteínas existentes na secreção do animal e revelou compostos com potencial ação antimicrobiana.
O trabalho foi publicado na revista científica Toxicon e contou com a colaboração de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Rondônia, instituição responsável por fornecer as amostras utilizadas nas análises.
De acordo com os cientistas, o veneno contém peptídeos — fragmentos de proteínas — que, em análises feitas por computador, demonstraram potencial para atuar contra bactérias. Esses compostos podem servir como ponto de partida para pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novos antibióticos.
Nos sapos, a secreção venenosa funciona como um mecanismo natural de defesa. O veneno é armazenado em glândulas presentes na pele e ajuda a proteger o animal tanto de predadores quanto de microrganismos presentes no ambiente, como vírus, bactérias e fungos. Por reunir diferentes moléculas com efeitos biológicos variados, essa secreção pode conter substâncias com propriedades medicinais.
Durante o estudo, os pesquisadores também identificaram uma proteína chamada BASP1. Até o momento, essa proteína não havia sido registrada em venenos de sapos, rãs ou pererecas. Normalmente, ela é encontrada no sistema nervoso de humanos e de outros animais.
A hipótese dos cientistas é que a BASP1 esteja relacionada ao funcionamento das glândulas presentes na pele do sapo, podendo atuar no processo de contração e regeneração após a liberação do veneno. Além dela, também foram identificadas proteínas ligadas à contração muscular, à imunidade e à resposta ao estresse.
Para identificar as substâncias presentes no veneno, os pesquisadores utilizaram uma técnica chamada proteômica, que estuda o conjunto de proteínas de uma amostra. Inicialmente, o veneno foi transformado em uma solução apropriada para análise em laboratório. Em seguida, seus componentes foram separados e examinados por meio de um espectrômetro de massas, equipamento capaz de identificar moléculas presentes na amostra.
Segundo o pesquisador Daniel Pimenta, além de apontar possíveis aplicações médicas, o estudo também contribui para ampliar o conhecimento sobre a biologia do sapo-cururu amazônico, espécie ainda pouco estudada.
Pesquisas anteriores com o Rhaebo guttatus, publicadas em 2011, já haviam identificado outro comportamento incomum da espécie. Quando se sente ameaçado, o sapo pode lançar veneno a partir das glândulas localizadas atrás dos olhos — comportamento que, na época, foi descrito pela primeira vez em um anfíbio na literatura científica.
O estudo atual recebeu financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública