
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
Alunos do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, em Barra da Estiva, desenvolveram um inseticida natural à base de mamona para combater pragas na cultura da alface.
O projeto foi assinado por Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, com orientação da professora Joseane Morais. O grupo utilizou a planta Ricinus communis como matéria-prima do composto, após relatos de pequenos produtores sobre prejuízos causados por formigas e lagartas.
Nos testes, metade dos pés de Lactuca sativa recebeu o produto e a outra parte ficou sem aplicação. Segundo os estudantes, as plantas tratadas apresentaram menos pragas e melhor desenvolvimento.
O trabalho foi apresentado no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação e já é aplicado por agricultores da comunidade Fazenda Capão do Cipó. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as perdas causadas por pragas agrícolas chegam a R$ 60 bilhões por ano no Brasil. O grupo agora pretende ampliar os testes e buscar novas aplicações da mamona na agricultura de baixo custo.
Fonte: Sudoeste Bahia
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública