
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
O sonho olímpico do piloto de skeleton Vladyslav Heraskevych terminou de forma abrupta na manhã desta quinta-feira (12). O atleta ucraniano de 27 anos foi oficialmente desclassificado dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 após um impasse com o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre o uso de um capacete que exibe imagens de 24 atletas de seu país mortos na guerra contra a Rússia.
A decisão foi selada minutos antes do início da primeira bateria oficial, no centro de deslizamento de Cortina. Após uma inspeção de material obrigatória, a Federação Internacional de Bobsleigh e Skeleton (IBSF) confirmou que o equipamento não estava em conformidade com as regras. Heraskevych, que já havia sido advertido nos dias anteriores, optou por não competir a ter que substituir o capacete de homenagem.
O centro da disputa jurídica reside na Regra 50.2 da Carta Olímpica, que proíbe “qualquer tipo de mensagem” ou manifestação de cunho político, religioso ou racial nos campos de jogo e pódios. O COI sustentou que, embora o luto do atleta seja legítimo, o local da competição deve ser mantido como um espaço neutro e livre de distrações.
“Aquele momento específico no campo de competição deve estar livre de qualquer distração. Não é a mensagem, é o local que importa”, afirmou Mark Adams, porta-voz do COI, em coletiva realizada na quarta-feira (11). O comitê chegou a propor o uso de uma braçadeira preta como alternativa simbólica de luto, mas a proposta foi rejeitada pelo ucraniano.
Heraskevych, que utilizou o capacete livremente durante as sessões de treino, argumentou que a homenagem aos colegas mortos — alguns dos quais eram seus amigos pessoais — não configura propaganda política, mas sim um ato de dignidade. “Este é o preço da nossa dignidade”, declarou o atleta em suas redes sociais após ter sua credencial revogada.
Questionado se a escolha era entre o capacete ou a competição, Heraskevych foi enfático ao confirmar que não abriria mão da homenagem. Ele agora planeja recorrer da decisão junto ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS).
A desclassificação gerou uma onda de apoio político na Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky agradeceu publicamente ao atleta por “lembrar o mundo do preço da nossa luta”. Por outro lado, o COI reiterou que as diretrizes visam proteger todos os competidores, evitando que o campo de jogo se torne palco para as dezenas de conflitos armados ativos ao redor do mundo.
Com a saída de Heraskevych, a prova de skeleton seguiu sem o principal representante ucraniano, deixando um rastro de debate sobre os limites entre a liberdade de expressão dos atletas e a neutralidade esportiva em tempos de guerra.
Fonte: CNN
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública