
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aguarda o aval da Advocacia-Geral da União (AGU) para decidir se recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Congresso Nacional que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A medida do Legislativo, aprovada na semana passada, completa sete dias nesta quarta-feira (1º).
A possibilidade de judicializar o impasse divide o governo. Enquanto as áreas jurídica e econômica defendem uma reação no STF, o núcleo político avalia que o confronto com o Congresso pode agravar a relação entre os Poderes e recomenda cautela.
A pedido de Lula, a AGU elabora uma tese jurídica que sustenta a inconstitucionalidade do projeto de decreto legislativo aprovado pelos parlamentares. Segundo o argumento em construção, o Congresso teria extrapolado seus limites ao sustar um ato presidencial sem a devida justificativa legal.
Antes de formalizar qualquer ação judicial, o presidente foi aconselhado a abrir diálogo com os chefes do Legislativo e com ministros do Supremo, a fim de evitar uma crise institucional. A estratégia do Planalto inclui reuniões com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), além de conversas com membros da Corte.
Em paralelo, o PSOL protocolou na última sexta-feira (27) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no STF, também buscando reverter a decisão do Congresso. Para o partido, a suspensão do decreto presidencial ocorreu sem base constitucional adequada. “O Congresso Nacional extrapolou os contornos da Constituição”, afirma a legenda.
Inicialmente sorteado como relator da ação, o ministro Gilmar Mendes solicitou que o caso fosse transferido ao ministro Alexandre de Moraes, responsável por processos semelhantes. A decisão sobre a relatoria está nas mãos do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e deve ser anunciada nos próximos dias, mesmo com o Judiciário em recesso. Até lá, a ação permanece sem análise.
O debate sobre o tema também chegou ao campo político. Em entrevista no sábado (28), a deputada Maria do Rosário (PT-RS) classificou a atuação do Congresso como “autoritária” e acusou os parlamentares de extrapolarem suas atribuições constitucionais. Por outro lado, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), opositor do governo, argumentou que Lula deveria promover cortes na estrutura da Esplanada dos Ministérios como alternativa para cumprir metas fiscais, em vez de recorrer ao aumento de tributos.
A decisão final sobre uma possível ação no STF deve ser tomada por Lula após o retorno da análise da AGU e das conversas com os demais Poderes. Até lá, o impasse permanece como mais um capítulo da tensão entre Executivo e Legislativo em torno da condução da política fiscal do país.
Fonte: CNN
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública