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Anunciado oficialmente pela CBF na última segunda-feira (12), Carlo Ancelotti não será apenas o primeiro técnico estrangeiro efetivo da Seleção Brasileira, mas também o mais bem pago da história da entidade. O italiano, de 65 anos, assume o comando do Brasil a partir de 26 de maio, após encerrar seu contrato com o Real Madrid, com vínculo até a Copa do Mundo de 2026.
Segundo levantamento do portal Bola Vip, Ancelotti receberá cerca de R$ 5 milhões mensais. O valor supera os salários de todos os antecessores desde 2010 e representa mais que o dobro do vencimento do último treinador efetivo, Dorival Júnior, que ganhava R$ 2 milhões por mês.
Ainda de acordo com o levantamento, Felipão e Dunga, que comandaram a Seleção entre 2013 e 2016, aparecem em seguida com salários corrigidos de R$ 1,8 milhão mensais. Tite, técnico entre 2016 e 2022, recebia R$ 1,6 milhão por mês. Mano Menezes, que iniciou sua passagem em 2010, tinha salário de R$ 1,2 milhão. O único abaixo da casa do milhão foi Fernando Diniz, que recebia R$ 800 mil.
Na Espanha, a imprensa apontava que Ancelotti recebia R$ 5,8 milhões por mês no Real Madrid, o que coloca o valor oferecido pela CBF como competitivo diante do mercado europeu.
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