
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou, nesta quinta-feira, sua defesa ao Supremo Tribunal Federal (STF), que está analisando uma denúncia contra ele por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados a seus esforços para se manter no poder após a derrota nas eleições presidenciais de outubro de 2022.
Na defesa, os advogados afirmam que não existem provas concretas que indiquem que Bolsonaro tenha dado ordens para a execução de um golpe ou praticado atos violentos. Eles afirmam que a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) se baseia em uma narrativa que gera manchetes, mas não sustenta uma ação penal. A defesa questiona se houve emprego de violência ou ameaça grave nos 18 meses mencionados na denúncia e se os Poderes constitucionais foram impedidos de funcionar, chegando à conclusão de que isso não ocorreu.
Os advogados também questionam a possibilidade de afirmar que as ordens para a trama golpista partiam do ex-presidente, ressaltando que as mensagens citadas na denúncia são trocas entre outros indivíduos, sem relação direta com Bolsonaro. Além disso, eles argumentam que os trechos da denúncia sobre o dia 8 de janeiro — quando apoiadores do ex-presidente depredaram sedes dos Três Poderes — não indicam que ele tenha determinado ou solicitado qualquer ação.
A defesa pede que o caso seja analisado pelo plenário do Supremo em vez da turma, como está previsto, e reclama da falta de acesso completo às provas coletadas. Embora reconheçam ter acesso a partes do relatório da Polícia Federal, alegam que só receberam trechos selecionados, o que limita sua capacidade de defesa.
A equipe jurídica havia solicitado uma extensão do prazo para apresentar a defesa, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes. A denúncia, enviada pela PGR ao STF em 18 de fevereiro, coloca Bolsonaro como líder de uma organização criminosa que tentou contestar o resultado das eleições. Além dele, 33 pessoas estão acusadas, incluindo militares e membros do governo anterior.
O STF agora deve avaliar os argumentos da defesa e da PGR para decidir se aceita a acusação e torna Bolsonaro réu ou se arquiva a denúncia. Existe a possibilidade de uma decisão antes das eleições do próximo ano. Atualmente, Bolsonaro é inelegível até 2030 devido a irregularidades na campanha eleitoral de 2022. Se condenado pelos crimes denunciados, as penas podem variar entre 12 e mais de 40 anos de prisão.
Fonte: InfoMoney
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública