
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
Após ser inocentado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o senador Sergio Moro (União Brasil) se depara com um novo desafio jurídico nesta quinta-feira (16), enfrentando um processo que pode resultar na perda de seu mandato ou na derrota definitiva das acusações de seus oponentes.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inicia a deliberação sobre o destino do ex-magistrado da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública em uma sessão agendada para hoje. A corte planejou duas datas para a análise do caso de Moro: o julgamento de hoje e o dia 21 de maio (terça-feira da próxima semana). A sessão de hoje está marcada para começar às 10 horas. As datas foram estabelecidas pelo presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que deixará o cargo em junho, sendo sucedido por André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Com a saída de Moraes, a ministra Cármen Lúcia assumirá a presidência do TSE.
Em abril, o TRE-PR rejeitou, por 5 votos a 2, as acusações de abuso de poder econômico, caixa 2 e uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2022, mantendo o mandato de Moro no Senado.
O TSE, composto por sete membros, incluindo Moraes e Cármen Lúcia, também conta com os ministros Nunes Marques, Raul Araújo Filho, Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues, André Ramos Tavares e Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto (relator do caso Moro). Uma maioria simples é necessária para a condenação ou absolvição, assim como ocorreu no TRE-PR.
Se Moro for destituído pelo TSE, uma eleição suplementar será convocada para o Senado do Paraná, com o vencedor ocupando o cargo até 2030.
Os possíveis candidatos incluem Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, o deputado federal Zeca Dirceu (PT), a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL), o ex-senador Álvaro Dias (Podemos) e a deputada federal Rosângela Moro (União Brasil), esposa de Moro, que transferiu seu título eleitoral para o Paraná.
No TRE-PR, Moro foi absolvido das acusações por 5 votos a 2, após um julgamento de quase 7 horas. O processo foi interrompido três vezes por pedidos de vista. O relator, desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, votou contra a cassação, posição seguida por outros membros do tribunal.
Os votos pela cassação vieram de José Rodrigo Sade e Julio Jacob Júnior, ambos nomeados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Ministério Público Eleitoral, através do vice-procurador-geral eleitoral Alexandre Espinosa, opinou contra a cassação de Moro, alegando falta de “prova clara e convincente” de violação das regras eleitorais. Para Espinosa, a desistência de Moro da corrida presidencial em 2022 refletiu mais um fracasso político do que uma estratégia para concorrer apenas ao Senado pelo Paraná.
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Se você deseja acompanhar todos os nossos conteúdos com exclusividade a Link News está presente em outros canais: Instagram, Youtube, Podcast e Facebook.
Oferecimento: Clinica Uro @clinicauro
Agência: Rossane Comunicação @rossane.comunicacao
#linknews #plataformalinknews #canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública