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A Organização Mundial da Saúde e o Unicef alertaram nesta terça-feira (5) para os graves índices de desnutrição que estão matando crianças na Faixa de Gaza.
Aviões dos Estados Unidos, França, Jordânia e Egito lançaram mais ajuda. Mas é pouco diante das necessidades. Menos de 50 mil refeições em um território com mais de 2 milhões de pessoas. Quem pode, corre em meio aos escombros para pegar qualquer item que venha de paraquedas ou, quem sabe, de caminhão. O Ahmed disse que não se incomoda de arriscar a vida:
“Algum pai no mundo pode ver seus filhos se contorcendo de fome e ficar em silêncio?”, pergunta.
Um representante da Organização Mundial da Saúde na Faixa de Gaza confirmou a jornalistas, em Genebra, relatos de médicos sobre crianças perdendo a vida por falta de comida. Em uma rede social, o chefe da OMS falou em “constatações sombrias”. Tedros Adhanom citou a morte de dez crianças por fome.
O porta-voz do Unicef – o Fundo das Nações Unidas para a Infância – foi claro: “Essas mortes são previsíveis e totalmente evitáveis”.
O presidente dos Estados Unidos disse que mais ajuda precisa chegar a Gaza: “Não há desculpas”. Mas, segundo Joe Biden, um acordo para um cessar-fogo está nas mãos do Hamas.
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