
Prefeitura de Vitória da Conquista sanciona reajuste salarial para servidores municipais
Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias
Os dedos começam a se familiarizar sobre como dividir as mechas em três e a trançar as perucas. A explicação sobre a melhor forma de começar este tipo de penteado, denominado “box braids” – que carrega este nome pela aparência de tranças “encaixadas” – é da professora Michele Souza, que há quase seis anos é trancista e pela primeira vez ofereceu a oficina para cinco mulheres que demonstraram interesse no Centro Integrado dos Direitos Humanos.
“A gente conseguiu fazer essa parceria para executar o curso no espaço por cinco tardes. A estrutura foi excelente para a gente, porque é mais preparado, arejado, mais centralizado e mais acessível também para as meninas que não são daqui”, comentou a professora.
Segundo Michele, o curso é voltado para a trança “box braids” por ser uma técnica bem procurada no mercado. O objetivo do curso é fornecer a possibilidade de renda. Como o curso é de curta duração, Michele fornece um kit para a prática e, de 15 em 15 dias, a turma se encontra para tirar dúvidas. “A gente não consegue ter muita prática aqui, mas a gente consegue aprender tudo direito e é por isso que nesses encontros a gente vai dar as dicas do que pode melhorar para que eu consiga acompanhar o desenvolvimento delas”, completou.
O coordenador municipal de Promoção da Igualdade Racial, Ricardo Alves, explicou que o Centro dos Direitos Humanos é um espaço dos movimentos. “Esse é um espaço vivo. Trabalhamos assim com porta aberta, com parcerias para gente acolher e ser um divisor de águas na história dos direitos humanos em Vitória da Conquista. Cedemos o espaço para oficina de tranças, mas também alguns conselhos irão funcionar aqui, a exemplo das reuniões da Igualdade Racial”, informou Ricardo.
Alana Brito, de 27 anos, mora em Planalto e soube da oficina através das redes sociais de Michele. Ela contou que desde muito nova tinha vontade de fazer o curso. “Eu já tinha uma prática, só que eu queria me aperfeiçoar. E minha irmã me indicou porque já conhecíamos o trabalho dela. E o curso está maravilhoso. Parece que a gente se conhece há muito tempo, a nossa energia deu muito certo. Se pudesse ficar mais tempo seria maravilhoso. A professora é perfeita, não poderia ser melhor. Aprendi muito, muito, muito mesmo”, elogiou.
Miriam Alves, de 43 anos, é técnica de Enfermagem, mas ama fazer as tranças da família. Ela aprendeu a trança nagô em São Paulo e depois de 27 anos trabalhando lá, retornou a Vitória da Conquista há dois meses. “Eu já conhecia também o trabalho de Michele, soube do curso e vim aperfeiçoar. Para mim está bom porque a Michele ensina bem, tem paciência, deixando a gente bem tranquila, em relação aos outros cursos que eu já fiz. Então o aprendizado é mais fácil”, comentou Miriam, que vê a trança como terapia, mas que depois do curso pretende prestar o serviço.
As box braids são de origem africana e consiste no uso de uma fibra sintética trançada ou costurada junto aos cabelos para formar um penteado único.
Fonte: Secom
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Se você deseja acompanhar todos os nossos conteúdos com exclusividade a Link News está presente em outros canais: Instagram, Youtube, Podcast e Facebook.
Oferecimento: Clinica Sonnar @clinicasonnar
Agência: Rossane Comunicação @rossane.comunicacao
#linknews #plataformalinknews #canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

Lei prevê revisão de 4,26% nos vencimentos, atualização do auxílio-alimentação e reajustes específicos para algumas categorias

Colégio Oficina aparece na 20ª colocação do ranking divulgado pelo MEC, que reúne as instituições com maiores médias no estado

Estudo será realizado com 250 pacientes em hospital de Porto Alegre e vai avaliar a eficácia do medicamento na rede pública