
Anvisa aprova nova versão do Mounjaro com múltiplas doses em uma única caneta
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18) e representa um avanço em termos de praticidade e adesão ao tratamento
Um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia propõe garantir às mulheres com mutilação mamária total ou parcial o direito à cirurgia reparadora na rede estadual de saúde.
A proposta, de autoria da deputada Ivana Bastos, prevê atendimento para pacientes que perderam a mama em decorrência de câncer, infecções, acidentes ou outras condições. Entre os procedimentos previstos estão reconstrução mamária, simetrização da mama contralateral, micropigmentação de aréolas e mamilos e fisioterapia de reabilitação.
A parlamentar também encaminhou indicação ao Governo da Bahia para a realização de um mutirão de reconstrução mamária no Hospital Estadual do Alto Sertão e em outras unidades que realizam esse tipo de procedimento.
O texto ainda determina que as pacientes sejam informadas sobre o direito à cirurgia no momento do diagnóstico e recebam acompanhamento psicológico durante o tratamento. O projeto seguirá para análise nas comissões da Assembleia antes de ser votado em plenário.
Fonte: Sudoeste Bahia
Gostou desse conteúdo? Curte, comenta e compartilha com os amigos!
Você sabia que a LinkNews também está presente em outras plataformas digitais? O acesso ao nosso Intagram, YouTube, Podcast e Facebook você encontra no buscador por LinkNews oficial.
Oferecimento: Clinica Uro (@clinicauro )
Agência: @rossane.comunicacao
#linknews
#plataformalinknews
#canallinknews
#bloglinknews
#plataformadeconteudo
#vitoriadaconquistaba

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18) e representa um avanço em termos de praticidade e adesão ao tratamento

Nova data será celebrada em 18 de junho e complementa o Dia de Conscientização sobre o Autismo, já instituído em 2 de abril

Solicitação foi entregue por Zico e faz parte de movimento que também busca reconhecimento da torcida pela ONU como “nação simbólico-cultural”